sábado, 13 de junho de 2009
Sobre relacionamentos... - Perguntas
Namorado perfeito - Ingredientes:
• Cabelos escuros (nunca fui mto fã dos loiros)
• Uma pitada de beleza
• Uma xicara de inteligencia
• Uma colher de ciumes
• Bom humor e companheirismo à gosto
- Modo de preparo:
Misture tudo isso, coloque em forno pré aquecido e logo em seguida na geladeira (porque você não vai querer experimentar o perfeitinho logo de cara né? Doce de mais enjoa...).
Serve somente uma mulher.
Quem nunca sonhou com o tipo citado acima? Tudo bem, você pode até preferir os loiros... Mas homem assim não existe, e se existisse, enjoariamos dele rapidinho.
Gosto de ciumes, mas também de individualidade. Corta essa de ficar grudado o tempo inteiro. Sair com os amigos dele, neem pensar, odeio a idéia de estar em um grupinho de homens machistas e desconhecidos.
Quando eu disse que não sabia responder a pergunta, a pessoa que a fez me deu uma definição de namorado que eu gostaria: "um cara com um botão, que você liga quando tiver afim de estar com ele, e quando ele começar a encomodar você desliga". Talvez seja isso mesmo, por que é tão dificil encontrar alguem com interesses parecidos com os nossos? Ainda sou fã da parte da conquista, em que as pessoas estão tão preocupadas em tentar impressionar, que esquecem das cobranças. E é tão bom poder lutar por alguem, e saber que essa pessoa também luta por ti. Namoros longos deixam as pessoas muito comodistas. Ai no fim, eu sei definir o que eu quero/espero de um namorado: Um amigo! Não quero alguem pra ficar me agarrando no meio da rua, ou brigando e fazendo birrinha, nem alguem que desconfie de mim ou de quem eu deva desconfiar. E amizade não precisa de uma maior descrição né?
Uma pergunta, que pra mim nunca devia ser feita, é aquela 'o que você espera do nosso relacionamento?'. Como assim o que eu espero? Será que eu tenho que responder que eu quero casar, ter dois filhos e ser feliz pra sempre... Não, a vida não é um conto de fadas. Mas quem nunca se apaixonou perdidamente por uma pessoa e imaginou os dois subindo no altar que atire a primeira pedra. Tudo bem, você podia ter 13 anos quando pensou nisso, mas certamente se falasse isso pro menino ele ia tomar um chá de sumiço.
É complicado, porque se você diz que não espera nada, você não dá valor. Se diz que o cara é o amor da sua vida, ele se assusta. Se diz que não quer nada sério, ele fica com outras. Se diz que quer algo sério, ele diz que você tá indo rápido de mais.
Uma relação não é um negocio, que tem um objetivo a ser alcançado, mesmo porque, o que se faria depois de alcançar todos os objetivos? Termina? Seria tão mais facil viver as coisas e ir descobrindo isso com o tempo...
A ultima pergunta, mas não menos importante, foi feita pra mim a uns dias atrás também. Confesso que ela foi a que mais me intrigou... "Você já desistiu de mim?". Ela me fez refletir, não pelo conteudo, mas pelos motivos que levam uma pessoa a perguntar isso.
Eu respondi, mas não muito diretamente. Dizer que não desisti poderia fazê-lo pensar que eu to morrendo por ele, o que não é verdade. Dizer que já desisti poderia destruir a essencia da pergunta.
Uma relação não é um jogo, um negocio. Desistir ou não de uma pessoa que se gosta é difícil. Porque por mais que saibamos que não é o melhor ficar junto, o sentimento acaba falando mais alto. E desistir de um relacionamento também não significa que não se possa construir outro.
Mas essa eu realmente não soube o que responder, porque eu não sabia o por quê da pergunta.
E é nessas horas que me vem a frase do último post: respostas são coisas muito relativas, a única coisa que temos de concreto são as perguntas.
domingo, 31 de maio de 2009
Teste de personalidade (vocacional) MBTI
Baseado na psicologia de Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço que criou a teoria dos tipos psicológicos, o MBTI é composto por um questionário cujos resultados apontam as diferenças existentes entre as pessoas. "O mais importante nesse instrumento é que ele não visa prescrever as habilidades dos indivíduos e sim o seu estilo mais natural de funcionamento, confirmando que todas as preferências são igualmente importantes", destaca Adriana Fellipelli, diretora da Coaching, empresa de Recursos Humanos. Assim, o conhecimento dessa diversidade pode auxiliar as pessoas a se entenderem melhor e essa é a principal função do MBTI. O MTBI estabelece 16 combinações para demonstrar as preferências de cada indivíduo.
Meu resultado:
INFP
Seu modo principal de viver é focado internamente, lidando com as coisas de acordo com a maneira com que você se sente quanto a elas, ou de acordo com a maneira com que elas se encaixam no seu sistema de valores pessoais. Seu modo secundário é exterior, através do qual você absorve fatos principalmente através da sua intuição.
Você, mais do que outras pessoas que são intuitivas e que dão mais ouvidos aos sentimentos do que à razão pura, é focado em fazer do mundo um lugar melhor para as pessoas. Sua primeira meta é encontrar o seu significado na vida, perguntando coisas do tipo: “Pra quê eu existo? Qual é o meu propósito? De que maneira eu posso melhor servir a humanidade durante a minha vida?” Você é uma pessoa idealista e perfeccionista, e se esforça ao extremo para atingir os objetivos que identificou para si mesmo.
Você é muito intuitivo sobre as pessoas. Você conta totalmente na sua intuição para te guiar, e usa suas descobertas para buscar constantemente o valor da vida. Você está numa missão contínua para encontrar a verdade e o significado das coisas. Cada interação e cada pedaço de sabedoria adquirida é filtrada pelo seu sistema de valores, e avaliada para ver se existe algum potencial para lhe ajudar a definir ou refinar mais ainda seu próprio caminho na vida. A meta final é sempre a mesma – você se esforça para ajudar as pessoas e para fazer do mundo um lugar melhor.
Em geral, uma pessoa gentil e de muita consideração, você é um bom ouvinte e deixa as pessoas à vontade. Mesmo que reservado ao expressar suas emoções, você se importa demais com os outros, e é genuinamente interessado em entender as pessoas. Esta sinceridade é percebida pelos outros, fazendo de você um amigo especial, e em que se pode confiar. Você geralmente é muito caloroso com as pessoas que você conhece bem.
Você odeia conflitos, e faz o que puder para evitá-los. Se você precisa encará-los, será sempre utilizando a perspectiva dos seus sentimentos. Em situações de conflito, você dá pouca importância para quem está certo e quem está errado. Você presta atenção à maneira com que você se sente quanto ao conflito, e não se importa muito se seus sentimentos estão ou não corretos. Você simplesmente não quer se sentir mal. Essa característica às vezes faz com que você aparente ser uma pessoa irracional e ilógica em situações de conflito. Por outro lado, você faria um ótimo papel de mediador, e tem facilidade de resolver os conflitos dos outros, porque você entende intuitivamente as perspectivas e os sentimentos das pessoas, e quer genuinamente ajudá-las.
Você é flexível e despreocupado, até que um de seus valores seja violado. Assim, se seu sistema de valores está sendo ameaçado, você pode se tornar agressivo, lutando com muita garra e paixão por sua causa. Quando você começa um projeto no qual se interessa, é muito comum que este se torne uma “causa” para você. Apesar de você não ser uma pessoa focada em detalhes, você cobrir cada detalhe necessário com vigor e determinação, enquanto lutando por essa sua causa.
Quanto a detalhes mundanos da vida (como lavar, limpar, passar, etc), você praticamente não está ciente deles. Você pode passar meses sem perceber as manchas no carpete, mas você cuidadosamente e meticulosamente remove aquele filetinho de poeira que caiu em cima do seu caderno de projetos.
Você não gosta de ter que lidar com fatos concretos e com lógica. Seu enfoque pessoal nos seus sentimentos e na condição humana torna difícil que você lide com decisões impessoais. Você não compreende nem acredita na validade de uma decisão que não leva as pessoas em consideração, fazendo de você uma péssima pessoa para tomar esse tipo de atitude. Você provavelmente evitará análises impessoais, apesar de poder desenvolver esta capacidade, e de conseguir ser bastante lógico. Sob estresse, é comum que você utilize a lógica de uma maneira errada quando, por exemplo, num momento de raiva, em que você cita fato após fato (e geralmente não completamente corretos) em uma explosão emocional. Você tem padrões altíssimos e é um perfeccionista. Consequentemente, você é muito duro consigo mesmo, e não dá muito valor às suas conquistas. Você pode acabar tendo problemas na hora de trabalhar em um projeto em grupo, pois seus critérios e padrões tendem a ser bem mais altos do que os do resto do grupo. Nessas situações, você pode ter um problema de “controle”. Você precisa tentar equilibrar seus ideais com suas necessidades do dia-a-dia. Sem resolver este conflito, você nunca ficará feliz consigo mesmo, e pode ficar confuso e paralisado quanto ao que fazer de sua vida. Pessoas como você geralmente são escritores talentosos. Você pode se sentir esquisito e desconfortável em se expressar verbalmente, mas você tem uma capacidade maravilhosa de definir e de expressar no papel o que você está sentindo. Você também gosta de participar de profissões de cunho social, como na área de aconselhamento ou de educação. Você se encontra o mais confortável e feliz possível quando trabalha pelo bem das pessoas, e onde você não precisa usar lógica intensamente. Se você desenvolver suas potencialidades você poderá realizar feitos maravilhosos, apesar de que provavelmente você nunca irá reconhecê-los como tais. E lembre-se: algumas das pessoas que mais causaram desenvolvimentos dos seres humanos no mundo foram pessoas como você.
Particularmente eu adoro esse teste, acho que tem tudo haver comigo! As vezes quando eu faço da INFJ, mas é bem parecido :)
O teste está disponível aqui.
Só precisa fazer um cadastro antes.
Sim, isso é falta de criatividade pra escrever algo de útil! :*
Ps. Esse lay é provisório, até eu achar um melhorzinho ou tiver tempo pra fazer um.
sábado, 23 de maio de 2009
Meu não amor

É estranho como sentia saudades quando você ia buscar água. Aqueles segundos que separavam o resto das suas canelas se perdendo no corredor com o momento em que você deitava na cama.
Aí você voltava cheio de pressa em se livrar de mim e eu pensava que tudo bem. Você tem pressa até de se livrar de você mesmo. O problema não deve ser eu. E eu nem te amo mesmo. Só fui te visitar porque tenho preguiça de transar com qualquer um e se fico mais de três semanas sem sexo começo a pirar.
Sua voz era chata e seu papo então, insuportável. Respirava aliviada e sugava o máximo de você, pra ter a certeza absoluta de que não era você. Não sonhei com você. Não quero passar minha vida ao lado da pessoa mais estranha do mundo. Imagina só ficar grávida de um homem que tem pavor de mulher enjoada? Imagina só ficar velha ao lado de um homem que tem pavor da vida óbvia, cotidiana e imperfeita? Eu viveria infeliz.
Não é você. E lá vinha você me falar pela trigésima vez que você vai acabar sozinho e não deve nada a ninguém. E lá vinha você me olhar apaixonado e, no segundo seguinte, frio. E me falava para eu não sofrer e para eu ir embora e para eu não esperar nada e para eu não desistir de você. E eu me digo que não é você. Porque, se fosse, meu sono seria paz e não vontade de morrer.
Despedia-me, já sem aquela dor aterrorizante, das partes de você que mais amo. Ainda que eu nem te amasse mesmo. E me despedia das partes da sua casa que eu mais amo. Ainda que nada disso fosse amor.
E vou embora já sem chorar. Os últimos três meses chorando por você serviram ao menos para me secar por dentro.
Preciso me aliviar. Mas dou até risada porque acabaram os caminhos. O mundo não suporta mais esse meu não amor por você. Meus amigos espalmam a mão na minha cara e já vão logo adiantando que se eu pronunciar seu nome, eles vão embora sem nem olhar para trás. Remédios só me deixam com um bocejo químico e a boca do estômago triste, mas não tiram você do meu coração. E escrever, que sempre foi a única coisa que adiantava para os dias passarem menos absurdos, já se tornou algo ridículo. Escrever sobre você de novo? De novo? Tenho até vergonha.
Nem eu suporto mais gostar de você. E olha que nem gosto.
É como se o mundo inteiro, os ventos, as ondas do mar, os terremotos, as criancinhas peladinhas brincando de construir castelinhos na areia, os carros correndo nas estradas, os cachorrinhos meditando nas gramas de todos os parques do mundo, a chuva, os cartazes de filmes, o passarinho que canta todo dia de manhã na minha janela, a torta de limão na geladeira, a minha vizinha louca que briga com o gato na falta de um marido, um cara qualquer com quem eu dormi (e ele parece qualquer quando não é você).
É como se o mundo inteiro me dissesse: “hei Mari, ninguém agüenta mais esse assunto! Chega!”
E no meio da noite, quando eu decido que estou ótima afinal de contas tenho uma vida incrível e nem amava mesmo você, eu me lembro de umas coisas de mil anos e começo a amar você de um jeito que, infelizmente, não se parece em nada com pouco amor e não se parece em nada com algo prestes a acabar.
Lembro de você se recusando a me servir um copo d’água na primeira vez que fui a sua casa, de você deixando o chá secar no fogo simplesmente por perdermos a noção do tempo ao estarmos juntos. Lembro de você indo me ver todos os dias, nem que fosse só pra dar um ‘oi’, pra dar um beijo.
Lembro das horas que passávamos no MSN só conversando besteiras, do seu cheiro toda vez que eu te abraçava, da sua animação pra contar uma novidade, parecendo um menino que acabou de ganhar um brinquedo novo. Lembro do abraço que servia pra matar as saudades quando paramos de nos ver diariamente, e das vezes que você me esquecia te esperando por encontrar um amigo no meio do caminho, e de como toda a raiva que eu sentia por ficar te esperando sumia completamente assim que você aparecia com aquela cara de quem não fez nada.
E me lembro da primeira vez que eu te vi e me encantei de uma forma que nunca havia acontecido. Lembro do quanto eu achava bonitinhas as suas inseguranças e inexperiências, e o quanto essas inexperiências tornavam as coisas mais divertidas, seja nos pequenos incidentes ou quando nós quase destruíamos as coisas. Lembro das nossas conversas, apesar de eu nunca falar muito, nas quais eu me sentia tão sincera e tão livre, pelo fato de você dividir suas coisas comigo.
E então, no meio da noite, enquanto eu penso tudo isso, eu pergunto ao mundo todo que não agüenta mais esse assunto. Ao mar, às criancinhas peladas, aos cartazes de filmes, ao passarinho, à vizinha, aos cachorrinhos em meditação, à torta, aos carros, à qualquer um... eu pergunto: por que é que vocês todos estão tão cinza? Por que é que vocês não me ajudam? Por que é que todos vocês também ficam tão tristes quando ele vai embora? Por que é que todos vocês também morrem quando ele vai embora? Por que é que todos vocês também amam ele?
• Eu dei uma adaptada no texto, pra ele melhor se encaixar nas coisas. Mas esse com certeza é um dos meus favoritos.
• Quem disse que o tempo apaga as coisas? Quatro meses não ajudaram em nada...
• Juuuro que eu não queria deixar o post melancólico, mas eu não consigo ler isso tudo, lembrar desses momentos e não me sentir assim.
domingo, 17 de maio de 2009
Todos somos responsáveis
Hoje em dia, parando pra pensar a respeito do assunto, acho que eu concordo com isso sim. Quem lê isso pode me achar maluca, egocentrica ou egoísta. Mas eu explico! E nada melhor pra isso do que exemplos praticos.
Num belo dia, você toma um fora do seu namorado (que é um completo imbecil). Sua amiga tentando te animar te convida pra uma festa, e lá, você encontra o homem da sua vida!
Aí você me diz "tá, e daí? Quem quis ficar com o menino fui eu!"
Mas se não fosse o seu namorado idiota ter terminado com você, você não teria ido aquela festa. Se não fosse a sua amiga convidar, você também não teria ido. Então será que eles não são nem um pouquinho responsáveis por isso?
Não existe um gol sem um passe e sem um goleiro que falha. Mas claro, os creditos sempre vão pra quem chuta a bola. Um time de futebol trabalha em conjunto, o Ronaldinho não seria ninguém sem os outros 10 jogadores.
Mas nós esquecemos disso o tempo inteiro! Grande parte das pessoas vive como se fosse o centro do universo. Reconhecer-se responsável pelos outros não é egocentrismo, muito pelo contrario.
Ninguém acerta sozinho, mas ninguém erra sozinho também.
Se sentir responsável pelas coisas boas da outra pessoa pode ser bom, mas ser responsável pelas coisas ruins? Fala sério né!
Mas é a verdade. Ter generosidade e se dispor a ajudar, dar conselhos ou simplesmente ouvir, pode nos parecer insignificante as vezes. Mas pode também ser muito importante pra quem precisa.
Não quero aqui dizer que nós não somos responsáveis pelos nossos próprios atos também. Mas as circunstancias influenciam, as pessoas ajudam a criar as situações. Digamos que somos 50% responsáveis por nós mesmos, o resto é circunstancial, depende dos outros. Agora, por mais que possamos dividir nossas alegrias e culpas com os outros, é importante lembrar: Se você não tivesse dito sim pro tal carinha, ou se você não tivesse visto o momento certo de chutar a bola pro gol, nada disso teria acontecido, por mais que as circunstancias fossem propicias.
Então não saia por ai culpando sua professora pelas notas baixas, ou o seu cupido por não te arrumar um namorado.
Se nós não soubermos assumir nossas próprias escolhas, como conseguiremos fazer parte do mundo?
Tudo e todos dependem de nós!
sexta-feira, 24 de abril de 2009
O Beijo
Um estranho observa, a chuva cai... E aos poucos a aventura vai tomando seu rumo. Em pouco tempo se torna tão fácil acertar o compasso.
Uma mão desce até os quadris, acaricia com toda aquela vontade de explorar o desconhecido. A outra toca a nuca, acaricia o rosto...
Os lábios se separam. Agora já numa sintonia perfeita. O estranho continua observando, a chuva continua caindo. Mas quem repara nisso? O que antes eram palavras, promessas e sorrisos finalmente havia se concretizado no tão esperado beijo.
Então nos lábios se forma um sorriso, as palavras saem em ritmo de conversa. Na boca fica o gosto do outro, o gosto de quero mais. Quem liga agora se os dentes se chocaram, se o encaixe não foi perfeito logo no inicio, se o nervosismo dominava... Quem se lembraria disso, depois desse momento tão mágico de descoberta... Só lembro que foi o melhor do mundo.
terça-feira, 14 de abril de 2009
A vida e seus cheiros
Fui coberta por aquela nostalgia e aquela sensação de felicidade por alguns segundos. Mas passou tão rápido! De repente eu pisco e tudo some, o cheiro, a alegria. Abro os olhos e vejo que não estás comigo.
Queria poder aprisionar esse aroma num frasco, e junto com ele todas as boas sensações que ele causa. Mas sei que isto não é possível. Pois não é um perfume, ou o cheiro do sabonete, e sim a sua pele em contato com eles.
Isto me faz lembrar o quanto o meu apresso por abraços se perdeu quando perdi você. Afinal, qual a graça de abraçar alguém, se nesse alguém não sinto seu corpo, não sinto suas mãos descansarem sobre meus quadris, sua barba mal-feita roçando em meu pescoço, não sinto seu cheiro...
A fonte dessa forma tão simples de felicidade nem está tão longe. Mas do que me adiantaria estar sempre do seu lado se o seu olhar é gélido quando direcionado a mim. Sua frieza congelaria minhas narinas, me fazendo não só sentir dor, mas me privando de realmente sentir você.
Por isso eu espero... Espero para que o ar, a vida, te tragam de volta. Mesmo que seja por apenas um segundo.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Eu só quero CHOCOLATE!
Já que namorado eu não consigo... Me doem chocolates!
heueheueheuhe
Ps. Será que tem alguma comida que substitua o sexo também?




